Um pequeno retrato da Índia
A Índia é talvez a mais diversa nação do mundo. É o sétimo maior país em área, e só a China a ultrapassa em população. Nos seus limites geográficos – desde os Himalaias, A norte, à península tropical a sul – encerra um fabuloso número de línguas, culturas, grupos étnicos, credos e estilos de vida. Poucos continentes, e seguramente nenhum outro país, se podem gabar de tal variedade. Ruidosa, frenética, vibrante e caótica, esta terra de incríveis contrastes e paradoxos permanece um desafio aos sentidos dos estrangeiros,
Sejam estes meros visitantes ou residentes de longa data. Existem padrões de continuidade subjacentes a estes contrastes, que formam uma essência indefinível que é profundamente indiana. A princípio avassalador, este país de mil milhões de habitantes e “um milhão de motins” revela gradualmente os seus requintados encantos. Talvez os descubra em templos, túmulos ou fortes centenários; no precioso artesanato, fiel ás técnicas tradicionais, no bulício e aromas dos bazares, ou na beleza serena que é filtrada através do caos.
A Índia é talvez a mais diversa nação do mundo. É o sétimo maior país em área, e só a China a ultrapassa em população. Nos seus limites geográficos – desde os Himalaias, A norte, à península tropical a sul – encerra um fabuloso número de línguas, culturas, grupos étnicos, credos e estilos de vida. Poucos continentes, e seguramente nenhum outro país, se podem gabar de tal variedade. Ruidosa, frenética, vibrante e caótica, esta terra de incríveis contrastes e paradoxos permanece um desafio aos sentidos dos estrangeiros,
Sejam estes meros visitantes ou residentes de longa data. Existem padrões de continuidade subjacentes a estes contrastes, que formam uma essência indefinível que é profundamente indiana. A princípio avassalador, este país de mil milhões de habitantes e “um milhão de motins” revela gradualmente os seus requintados encantos. Talvez os descubra em templos, túmulos ou fortes centenários; no precioso artesanato, fiel ás técnicas tradicionais, no bulício e aromas dos bazares, ou na beleza serena que é filtrada através do caos.

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